Processo

Como funciona a impregnação

A idealização do processo de impregnação foi baseada em dados concretos de diminuição de produtividade e custo. Dados estatísticos mostram que,em média, 20% do total de peças produzidas apresentam vazamento, o que obriga a reposição e confirma a inevitável perda a cada finalização do processo produtivo.

A otimização dos custos é fator decisivo nesse processo, tendo em vista que o trabalho de impregnação custa cerca de 30% do valor unitário de fabricação do fundido. A Impregna do Brasil, nos anos de atuação no mercado adquiriu excelência em seu segmento de serviços. O processo de impregnação é garantido pela inovadora tecnologia e pelos equipamentos utilizados bem como alta qualidade da matéria-prima envolvida em todas as etapas.

A constante busca por redução de custos, agilidade e eficiência na prestação de serviços fez com que a Impregna do Brasil desenvolvesse um sistema de impregnação que permite além de solucionar problemas de porosidade da peça, ainda previne a exsudação e manchas ocasionadas em processos de galvanoplastia e bolhas de ar provenientes do acabamento na pintura.

Tecnologia Impregna

Tendo em vista a necessidade das peças produzidas serem resistentes a determinados produtos químicos, suportarem temperaturas elevadas e garantirem total segurança ao produto final, a Impregna usa das mais inovadoras tecnologias para que o processo tenha garantia total e satisfação de seus clientes.

Matéria-prima e equipamentos devidamente inspecionados e calibrados para um perfeito acabamento das peças são outras prioridades da Impregna do Brasil.

Quadro:

Matéria Prima Resina Acrílica
Resistência à temperatura -50ºC a +250ºC
Resistência à pressão 800 Bar
Resistência química Excelente

Passo a passo

Vácuo seco: introduzem-se as peças em autoclave, na qual são submetidas a um elevado nível de vácuo, por tempo determinado, para extrair dos poros a umidade e o ar.

Vácuo úmido: a resina é aspirada de um depósito para a autoclave, devido ao vácuo criado preenchendo os poros das peças.

Retorno a pressão atmosférica: após um determinado tempo, elimina-se o vácuo e a resina, sob pressão atmosférica, completa o preenchimento dos poros.

Lavagem: lava-se, por agitação na água em temperatura ambiente, o excesso de resina que fica sobre a superfície das peças.

Polimerização: a resina que preencheu os poros por efeito do vácuo é líquida em temperatura ambiente, porém se solidifica quando as peças são mergulhadas em água a 90º C.

Veja um passo a passo em vídeos: